martes, 26 de mayo de 2009

Procurando um beijo a meia noite!!!

Estúpida razão,
Fria,
Morta,
Calculista.

Espera de redes,
Encanto,
Solidão.

Não sou eu quem te procura no meio da noite.
Não sou eu quem chora e ninguém ouve.
Não sou eu quem não acredita mais no amor.
Não sou eu quem penso em te beijar.
Não sou eu quem te espera como recompensa de meu penar.
Não sou eu quem nem sabe mas ser eu.
Nem sou mais eu quem escreve...
Versos soltos.
Sem sentido...
Sem paixão...

Ouço a mesma música enlouquecedora...

Bom dia tristeza...
Que tarde tristeza...
Você veio hoje me ver...
Já estava ficando...
Até meio triste...
Com saudades de você...

Meu amor...
Se eu disser que não te quero ter...
Acredita em mim e parte...
Sem dizer adeus...
Sem lágrima no olhar...

As lágrimas são minhas...

Pois é de lágrima que eu faço o meu mar pra navegar...

sábado, 23 de mayo de 2009

Amedeo Clemente Modigliani (Livorno, 12 de Julho de 1884 — Paris, 24 de Janeiro de 1920)

Apague a porta e feche a luz meu amor...

Graças a deus que estou louco.
Meu coração estourou como uma bomba.
Que tudo quanto me dei voltou em lixo.
Sossega, coração inútil, sossega!
Sossega porque não há o que esperar.
E por isso, nada que desesperar também...
Adiemos tudo até que a morte chegue...
Ou a limitadora velhice.
Mas eu, em cuja alma se reflete as forças do universo,
Em cuja a reflexão emotiva e sacudida,
Minuto a minuto, emoção a emoção,
Coisas absurdas sucedem dentro de mim...
Eu o foco inútil de todas as realidades...
Eu o fantasma nascido de todas as sensações...
Eu o abstrato, o projetado pra fora de mim mesmo...
Olhos cegos do entardecer...
Lembro-me mas esqueço.
Tenho vontade de vomitar, vomitar a mim mesmo...
Tenho uma náusea, se eu pudesse comer o universo para em seguida vomitá-lo, eu o comeria...

Apague a porta...
Feche a luz...
É tudo que eu posso te dizer nesse momento...

viernes, 22 de mayo de 2009

jueves, 21 de mayo de 2009

Serenata Suburbana

Levo a vida em serenatas,
somente a cantar.
Quem não me conhece
tem a impressão
de que sou tão feliz.
Mas não é isso não.
Se eu canto em serenatas
é para não chorar.

Ninguém sabe a dor que eu sinto,
dentro de mim.
Ninguém sabe porque vivo,
tão triste assim.
Se eu fosse realmente
muito feliz
não chorava quando eu canto.
Nem cantava
pra abafar meu pranto.

Capiba

The slow build - Duels

So we argue about the stupid things
Decide to take a week off from the binge
But just become more sick
And more deranged
It gets round can't take anymore
And did anything really change?
Do we have to be so tired
Can you think of something else to say?
Something inspired..
Oh well, that's just the way things go round here

Now we all love a good secret but,
Do you want to know the real reasons why?
We can't look each other in the eye, oh no
We will cry in the same films but
We cry for different reasons
The ending was good
That is uynderstood
The ending is near
Now what do you hear

The slow build
The sound the machines make
The sound of a heart break
The sound of one person alone at the end of the night
The slow build
The sound that the trains make
Lonely people are too late
The hum of the television talking to no-one

So we slept right through the night again
Thinking about what we said to our friends
It's nothing really, don't you fuss
Ain't nothing wrong with the two of us.
And the problems came from here
And there and everywhere
And the government says that we should care
Much more about each other
We have a contract with our brothers

Now we all love a good secret but,
Do you want to know the real reasons why?
We can't look each other in the eye, oh no
We will cry in the same films but
We cry for different reasons
The ending was good
That is understood
The ending is near
Now what do you hear

The slow build
The sound the machines make
The sound of a heart break
The sound of one person alone at the end of the night
The slow build
The sound that the trains make
Lonely people I'm too late
The hum of the television talking to no-one

The slow build
The sound the machines make
The sound of a heart break
The sound of one person alone at the end of the night
The slow build
The sound that the trains make
Lonley people are too late
The hum of the television talking to no-one
Talking to no-one
Talking to no-one
Talking to no-one

lunes, 18 de mayo de 2009

Vale do Jucá

Era um caminho
Quase sem pegadas
Onde tantas madrugadas
Folhas serenaram
Era uma estrada
Muitas curvas tortas
Quantas passagens e portas
Ali se ocultaram?
Era uma linha sem começo e fim
E as flores desse jardim
Meus avós plantaram
Era uma voz
Um vento, um sussurro
Relâmpago, trovão e murro
Nos que se lembraram
Uma palavra
Quase sem sentido
Um tapa no pé do ouvido
Todos escutaram
Um grito mudo
Perguntado: aonde
Nossa lembrança se esconde?
Meus avós gritaram
Era uma dança
Quase uma miragem
Cada gesto, uma imagem
Dos que se encantaram
Um movimento
Um traquejo forte
Traçado, risco e recorte
Se descortinaram
Uma semente
No meio da poeira
Chão da lavoura primeira
Meus avós dançaram
Uma pancada
Um ronco, um estalo
Mil trupés e um cavalo
Guerreiros brincaram
Quase uma queda
Quase uma descida
Uma seta arremetida
As mãos se apertaram
Era uma festa
Chegada e partida
Saudações e despedidas
Meus avós choraram
Onde estará aquele passo tonto?
E as armas para o confronto
Onde se ocultaram?
E o lampejo
Da luz estupenda
Que atravessou a fenda
E tantos enxergaram?
Ah, se eu pudesse só por um segundo
Rever os portões do mundo
Que os avós criaram…

Siba e a Fuloresta do Samba

lunes, 4 de mayo de 2009

Estrela do Mar

Um Pequenino Grão De Areia
Que Era Um Pobre Sonhador
Olhando o Céu Viu Uma Estrela
E Imaginou Coisas De Amor

Passaram Anos, Muitos Anos
Ela no Céu e Ele no Mar
Dizem Que Nunca o Pobrezinho
Pode Com Ela Encontrar

Se Houve Ou Se Não Houve
Alguma Coisa Entre Eles Dois
Ninguém Soube Até Hoje Explicar
O Que Há De Verdade
É Que Depois, Muito Depois
Apareceu a Estrela Do Mar

miércoles, 22 de abril de 2009

Desfaça-se de mim...

Uma vez você falou
Que era meu o seu amor
Que ninguém ia separar
Você de mim
Agora você vem dizendo adeus
O que foi que eu fiz
Prá que você
Me trate assim?...

Todo amor que eu guardei
A você eu entreguei
E eu não mereço tanta dor
Tanto sofrer
Agora você vem dizendo adeus
O que foi que eu fiz
Prá que você
Me trate assim?...

Toda ternura que eu lhe dei
Ninguém no mundo
Vai lhe ofertar
E seus cabelos
Só eu sei como afagar...

O meu pobre coração
Já não quer mais ilusão
Já não suporta mais sofrer
Ingratidão
Agora você vem dizendo
Dizendo adeus
O que foi que eu fiz
Prá que você
Me trate assim?...

Agora você vem dizendo
Me dizendo adeus
O que foi que eu fiz
Prá que você
Me trate assim?
Toda Ternura...
Se acabo lo que sentía por ti.
Descanse en paz en un cementerio alejado.
Sucio y muy bien apuntalado.
Según pase el tiempo empieza a florecer mi vida lejos de ti.
Me doy cuenta que eres tu la herida que sangraba dentro de mi piel.
Y como pude creerte...
Eres malo actor.

Según pase el tiempo...

sábado, 18 de abril de 2009

Água de Beber...

“Eu sempre tive uma certeza, que só me deu desilusão. É que o amor é uma tristeza, muita mágoa demais para o coração. Eu quis amar, mas tive medo e quis salvar meu coração é que o amor sabe o segredo, o medo pode matar o teu coração”.